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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Discurso de Formatura - Impactante!


Estamos vivendo na era do individualismo, onde somos incentivados a tomar as rédeas da nossa vida e conquistar o sucesso à revelia dos planos de  Deus para nós; à revelia do que Ele fez, faz ou vai fazer.
Ingratos, muitos não rendem graças Àquele que nos criou e que tem em suas mãos todo o poder. Por isso muito me surpreendeu e é notícia na internet o discurso de formatura do Curso de Medicina da PUC em 2010, que atribui a Ele toda Glória, Honra e Poder.
Parabéns ao autor deste discurso:

Boa noite a todos!
Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!
   

sábado, 29 de janeiro de 2011

Ao se Calarem os Justos, as Pedras Clamam

Recebi este e-mail e resolvi postar porque  creio que o gemido de indignação que ele traduz ecoa em todo o lar brasileiro,  principalmente no seio da igreja. Porque mesmo não assistindo o programa, só de ver as chamadas, percebe-se o teor apelativo do BBB. 

Caso não haja uma indignação profunda, vergonha e dor é sinal de que nossa sociedade já perdeu seus valores mais caros. Cauterizou seus princípios, paralisou a finesse,  enterrou a moral e os bons costumes e amordaçou a voz da inocência.

Mais do que nunca a luz do evangelho precisa brilhar com intensidade para  dissipar tão terrível treva.

Veja abaixo como Luiz Fernando Veríssimo desenha com letras garrafais o triste quadro da exposição da degradação humana para o mundo todo através do BBB.

“TORÇO PARA QUE O ECO DESTAS PALAVRAS SEJAM TÃO FORTES A PONTO DE TRANSPOR AS BARREIRAS DA IGNORÂNCIA E POR QUE NÃO DIZER DA INGENUIDADE TAMBÉM”


BIG BROTHER BRASIL (Luiz Fernando Veríssimo)

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Mentira Aprisiona; A Verdade Liberta

No âmago de todo problema já enfrentado neste mundo, existe uma mentira. Foi uma mentira que, no princípio, tansformou a magnífica harmonia da criação original de Deus em discórdia. A maioria dos cristãos reconhece este fato que se tornou uma parte indispensável do nosso kit evangelístico.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Pós-modernidade e a Igreja

O mundo está mudando de forma vertiginosa. Tudo contribui para que haja mudanças radicais na forma de construir relacionamentos, na estrutura familiar, na esfera política, no desenvolvimento financeiro e tecnológico e em todas as áreas do conhecimento e do comportamento. Gorbachev disse: "Quem não muda com o tempo é punido pela vida".
Neste mundo globalizado e de grandes tranformações, como a igreja, o corpo de Cristo, deve se comportar? As mudanças nem sempre são benéficas ou construtivas. Se voltarmos nossos olhos para a história veremos que as grandes transformações no passado ocorriam de forma lenta e gradativa. A igreja tinha tempo de absorver as mudanças ou se opor a elas.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A Voz de Deus



"... E depois do terremoto, um fogo...e depois do fogo, uma voz mansa e delicada" (1 Reis 19.12)

Perguntaram certa vez a uma pessoa que progredia rapidamente em seu conhecimento do Senhor qual o segredo do seu crescimento espiritual. Ela respondeu concisamente: "Obedecer aos sinais". A razão porque tantos de nós não temos mais conhecimento e compreensão do Senhor é que não damos atenção aos seus delicados sinais, seus delicados toques de frear e refrear. Sua voz é mansa e delicada. Uma voz assim é antes sentida do que ouvida. É uma pressão suave e constante sobre o coração e a mente, uma voz mansa, quieta e quase timidamente expressa no coração - mas se ficarmos  atentos, silenciosamente, vai se tornando cada vez mais clara aos ouvidos do entendimento.
Sua voz é dirigida ao ouvido que ama, e o amor está sempre atento ao mais leve sussurro. Há um tempo, também, em que o amor cessa de falar, se não o atendemos ou cremos nele. Deus é amor, e se você quer conhecê-lo e à sua voz, dê constante atenção a seus delicados toques. Em conversa, quando prestes  a dizer uma palavra, dê atenção àquela voz mansa , atenda o sinal e refreie-se de falar. Quando prestes a seguir em uma direção que lhe parece clara e correta, se vier quietamente ao seu espírito uma sugestão que traz em si quase a força de uma convicção, preste-lhe ouvidos, mesmo que do ponto de vista humano a mudança de planos pareça uma grande loucura.
Aprenda também a esperar em Deus para saber o desenrolar da sua vontade. Deixe que Deus forme os planos a respeito de tudo o que está no seu coração e mente e deixe também que os execute. Não possua nenhuma sabedoria própria. Muitas vezes, sua maneira de executar o plano parecerá contrária ao plano que Ele próprio deu. Poderá parecer que ele está trabalhando contra si mesmo. Simplesmente ouça e obedeça a Deus. Ele fará que no fim, todas as coisas cooperem para o bem.
Assim, se você quer conhecer sua voz, não pare para pensar o que poderá acontecer. Obedeça, mesmo quando lhe pedir para avançar no escuro. Ele mesmo será sua gloriosa luz. E em seu coração brotará uma afeição e comunhão com Deus poderosa em si mesma para conservá-lo junto a ele, mesmo nas provas mais severas e sob as maiores pressões.

Texto extraído do devocional "Mananciais no Deserto", volume 1, de Lettie Cowman, Editora Betânia

sábado, 10 de julho de 2010

Os Inimigos da Oração



Todos nós sabemos que às vezes é muito difícil orar. Falta-nos palavras, disposição, graça e conexão com os céus. Nossas petições parecem bater em um céu de bronze,não têm acesso ao Trono da graça. Entretanto, a Bíblia nos convida a orar sem cessar. A suplicar por aqueles que estão investidos de autoridade para que tenhamos vida tranquila.
"Antes de tudo, pois exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável a Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade." (1 Timóteo 2.1-4)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pastor, que homem é esse?



O pastor é um soldado em combate. Ele vive cercado de inimigos por todos os lados; inimigos gigantes.

Cercado por dentro: ele tem de lutar contra os próprios medos; os próprios pecados; as próprias fraquezas, desejos e angústias. Tem de lutar contra a solidão (a qual sua posição muitas vezes o leva). Tem de lutar contra a própria insensatez, impaciência e incompetência. Tem de lutar contra as necessidades materiais, conjugais e familiares.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Uma Vida de Excelência

" Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?" Jeremias 12.5

Eugene Peterson escreveu o livro "Corra com os Cavalos", baseado na vida do Profeta Jeremias e principalmente, no texto acima, para falar  sobre  uma vida de excelência. Ele nos convida a sair da mediocridade, observando a caminhada de Jeremias com Deus. 
Antes de Jeremias conhecer a Deus, Deus o conhecia: "Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci...". Isto muda completamente tudo o que pensávamos sobre Deus ao nosso redor.

sábado, 12 de dezembro de 2009

A Pescaria Inesquecível


Recebi esta mensagem por e-mail e achei que vale a pena repassar, porque é um prazer repassar o que é bom.

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.” (Provérbios 22:6 AA)
Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite… Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho!
- Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações a vista. Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável! Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura. O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há mais de 30 anos… Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais. Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o imenso peixe toda as vezes que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando. Esta conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.
A boa educação é como uma moeda de ouro. TEM VALOR EM TODA PARTE!
- Extraído de "Histórias para Aquecer o Coração dos Pais", Jack Canfield e Mark Victor Hansen, Editora Sextante.
“Senhor, ajuda-me a ser exemplo para meus filhos e para esta geração que está aí sem referenciais de integridade.”

domingo, 30 de agosto de 2009

A CONDIÇÃO ESPIRITUAL DO ADORADOR

Extraído do Boletim da Igreja Assembléia de Deus do Bom Retiro-Ipatinga-MG



Existem diversos elementos relacionados à qualidade e ao poder do louvor: a música, a letra, a sua origem e o seu propósito. Entretanto, ainda que determinada composição musical seja feita sob a a unção do Espírito Santo e contenha todas as características desejáveis, sua aceitação diante de Deus vai depender também de quem está cantando, ou seja, sua situação espiritual. "Aos retos fica bem o louvor" Sl 33.1.



Deus não quer o louvor do ímpio nem do cristão que estiver em pecado. Sl 50.16 e 17, o que o Senhor deseja nesses casos é o arrependimento. Se um filho ofendeu o pai, deverá se reconciliar antes de tentar agradá-lo com palavras. Se estivermos sujos diante de Deus, nossa oferta se tornará abominável aos Seus olhos, ainda que ela represente um sacrifício para nós. 1 Sm 15.22, Is 1.13, Mt 5.23, 24.



Toda oração que fizermos será rejeitada Pv 28.9 a não ser aquela que venha trazer nossa confissão de pecado. Nossa música se tornará um barulho insurpotável aos ouvidos de Deus. Am 5.23. Assim o louvor será apenas um rito religioso vazio. Aquele que louva e adora o Senhor precisa estar puro, a fim de não contaminar e inutilizar a sua oferta. Isto é válido para todos os cristãos e especialmente para os que dedicam ao ministério na casa de Deus. "Purificai-vos vós que levais os vasos do Senhor" Is 52.11.


O profeta Malaquias disse que Deus, como um lavandeiro e um ourives, purificam os levitas para que trouxessem ofertas aceitáveis diante do altar Ml 3.1-4. Vemos nessa passagem dois processos purificadores:

  1. O lavandeiro trabalha com sabão e água que é um símbolo da Palavra de Deus. Jo 15.3; Ef 5.26. Quando pecamos o Senhor nos fala amorosamente para que tomemos atitudes de concerto.
  2. O ourives trabalha com fogo, que simboliza a tribulação e a ira de Deus 1 Pe 1.6,7. Quando não damos ouvido à Palavra entramos em tribulações. O fogo age mais profundamente destruindo impurezas que a água não conseguiu tirar. Muitas tribulações poderiam ser evitadas se tomássemos as atitudes certas no tempo certo. Quando somos atribulados nossa consciência se desperta para o reconhecimento do pecado. Precisamos receber a Palavra de Deus e corrigir nossas ações antes que venha o fogo. O arrependimento, a confissão e o concerto farão com que o nosso louvor seja puro e suba como oferta suave e aprazível diante de Deus.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Obaaa!!!!! Um filme...

"Nós compramos o ingresso, apanhamos a pipoca e entramos na sala de cinema.
As imagens brilham na tela mostrando mais de 24 quadros por segundo.
Essa seqüência hipnótica de imagens em movimento muitas vezes nos faz esquecer nossas convicções e nos divertirmos com o impossível.

Infelizmente, muitas vezes também esquecemos nossas crenças, sucumbindo às lições sutis de como nos comportar, pensar e até mesmo ver a realidade.
Acabamos nos dando conta de que estamos torcendo para que uma mulher consiga roubar o marido da sua própria irmã, que um ladrão consiga escapar da justiça ou que um assassino em série não seja condenado por seus crimes.
Achamos graça de um pastor atrapalhado e nos irritamos com a atitude de um evangelista intolerante que explora os outros. No final, acabamos absorvendo visões de mundo que afetam a nossa fé e a nossa imaginação.
Depois de algum tempo, questionamos como nossas crenças podem sobreviver a tamanho ataque.

Com a sensibilidade de um roteirista bem-sucedido e o sentimento de um cristão que gosta de refletir, Brian Godawa nos guia por um lugar de redenção dos filmes.
Mostra os truques que os roteiristas usam para comunicar a sua mensagem e ensina a disciplina mental e a espiritual necessárias para se assistir aos filmes.
Cinema e Fé Cristã nos ajuda a travar um diálogo com Hollywood que nos leva a um final mais feliz.
Exorta-nos a ficar atentos à nossa cultura e despertar a nossa fé."
http://www.ultimato.com.br/?pg=show_livros&util=1&registro=226


Recebi este texto por e-mail da minha amiga Leilla. Espero ler o livro na íntegra, em breve.


Está aí! Este é um tema que eu gostaria de ter escrito. Sempre sublinhei este fato, mas nunca parei para escrever sobre ele. É incrível como combatemos e temos horror à violência e a aceitamos tão bem quando se trata da telinha, seja do cinema ou da tv. Como somos capazes de torcer para uma mulher trair o marido e um bandido se dar bem. Como nossos ouvidos ouvem palavras que não fazem parte do nosso vocabulário e não reagimos a elas. Como rimos de piadas que escarnecem do pobre, do deficiente ou do menos favorecido em alguma área. Como ainda continuamos em frente as telas quando o nome do nosso Senhor e Deus está sendo profanado ou usado em vão... Como expomos a nossa mente a tanta imundície... O certo é que, ainda que não nos conformemos a este mundo, ainda que não entremos na forma do mundo totalmente, paramos de nos ofender com o pecado, de nos assustar com as aberrações e de nos maravilhar com a grandiosidade do poder de Deus nas pequenas coisas.

Uma certa vez ouvi um líder evangélico dizer que a única forma de limpar a nossa mente depois de nos expormos a tantos ataques do inimigo é: para cada hora de exposição às obras infrutíferas da carne ou às artimanhas do inimigo, treinar nossa mente 3 horas na exposição da Palavra de Deus.

Ainda não li o livro citado acima, mas eu diria que boas conversações, louvores, leitura da Palavra, oração e edificação uns dos outros, é um bom remédio, para não perdermos a sensibilidade, a fineza, a justeza do nosso ouvido para ouvir a voz do Espírito Santo nos conduzindo à toda verdade. Para não perder a conexão com o nosso Senhor e Salvador, para não nos desviarmos do nobre padrão em que devem viver os príncipes do Senhor, os súditos do Rei dos Reis.

Que possamos andar como nobres, como dignos do nosso Salvador e Senhor Jesus.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Desabafar sem pecar



(Filipenses 4:6) - "Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças."


Dinâmica:


Dê um balão vazio a cada participante da célula. Peça para eles(as) pensarem sobre seu dia e sobre tudo o que o(a) irritou, preocupou, chateou, ofendeu, etc. Peça para que, a cada lembrança ele(a) encha o balão de ar. Se as lembranças do dia não forem suficientes para encherem o balão, que pense nos dias anteriores e sopre toda sua ira, mágoa, dor... dentro do balão até estourar.Enquanto os participantes sopram seus balões, ministre e anime-os a colocar para fora tudo o que os oprime e sufoca. Quando todos tiverem estourado seus balões, pergunte qual foi a sensação. Pergunte se alguém quer falar, rapidamente, sobre alguma experiência ruim vivida por ele(a). Ouça com atenção e ore por eles.



Introdução:


A prática do desabafo é a arte de derramar a alma perante o Senhor, retirando de dentro e colocando para fora todo e qualquer melindre, mágoa, ressentimento, tristeza, queixume, inquietação, ansiedade, medo indignação desmedida, revolta e coisas assim. O desabafo bem feito provoca a interrupção de uma situação de intensa e contínua amargura.



O desabafo é tão saudável quanto o lazer. O excesso de ansiedade provocado pelo acúmulo de problemas, dificuldades, decepções, frustrações e sofrimento desmantela qualquer esquema de felicidade pessoal. A falta de desabafo faz mal à alma e ao corpo.



Desabafo Espiritual:


É o desabafo feito diante de Deus em oração. Davi quando se escondia de Saul numa caverna de En-Gedi, declara: "Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor. Derramo perante ele a minha queixa, à sua presença exponho a minha tribulação" (Sl 142.1-2).


Desabafo não é pecado - Não é de se estranhar a quantidade e a qualidade de coisas retiradas do coração na prática do desabafo. Quem desabafa precisa falar, precisa ficar solto, precisa ter liberdade. E não há mais liberdade do que na presença de Deus, porque com Ele não adianta máscaras, Ele nos conhece mais do que nós mesmos nos conhecemos. Reconhecer diante dEle que estamos feridos, magoados e tristes é abrir nossas feridas para que sejam curadas. É expor nossas dores diante de quem pode estancá-las.



O desabafo de Ana: 1 Samuel 1.1-28


O mais detalhado desabafo da Bíblia é o de Ana, mulher de Elcana e mãe do extraordinário profeta Samuel. Ela tinha uma tremenda desvantagem física, a incapacidade de conceber e engravidar, numa época em que não ter filhos era a coisa mais humilhante possível para a mulher casada. Para agravar sua situação, a outra esposa de Elcana (Penina) dava filhos e filhas ao seu marido. Todos os anos quando subiam à casa do Senhor para adorar, Penina se valia da esterilidade de Ana para provocar e irritar a rival. Ana, então, não comia e chorava muito, deixando seu marido preocupado sem saber o que fazer, porque a amava. Ana estava à beira de um desequilíbrio emocional de graves proporções, quando resolveu desabafar sua amargura com o Senhor. (I Samuel 1:10) - "Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente". Ana permaneceu a sós no templo e expôs a Deus o seu drama íntimo. Ela se demorou na oração, pôs para fora o excesso de ansiedade, suplicou a graça da concepção e fez votos ao Senhor. Só o fato de desabafar já desencadeou o processo de cura em Ana. Ela perdeu o semblante triste e voltou a comer normalmente. Uma esperança encheu sua alma, uma convicção de ter sido ouvida inundou seu coração - Poucas semanas depois, a ausência da menstrução deixou-a convencida de que Deus atendera sua súplica e lhe estava dando um filho. Ela alcançara o favor do Rei.

O resultado do desabafo de Ana não termina aí. Ela cumpriu seu voto. Assim que desmamou seu filho, o levou à casa do Senhor, o entregou ao sacerdote, como uma oferta das primícias ao Senhor. E o Senhor, em sua misericórdia e fidelidade, deu a ela mais cinco filhos. Samuel, motivo de orgulho para qualquer mãe, foi um dos mais famosos homens de Deus do Velho Testamento (Jr 15.1), foi líder do reavivamento que tirou a nação de Israel do estado moral deplorável deixado pela inescrupulosa liderança dos filhos de Eli.

O desabafo na presença de Deus nos faz crescer, amadurecer e renova nosso ânimo e nos fortalece.

A Bíblia relata muitos outros desabafos diante de Deus. E todos eles tocaram o coração de Deus.

Conclusão: Faça um círculo e peça que cada um se derrame diante de Deus, que faça conhecidos de Deus, todos os seus temores. Vá ministrando cura durante a oração.

Observação: Este texto foi extraído do Livro Práticas Devocionais - Autor: Elben M. Lenz Cesar, Editora: Ultimato. O texto foi adaptado para lição de célula. Você pode adquirir o livro nas melhores livrarias Evangélicas ou na Editora Ultimato.
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