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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Pesquisa nos EUA afirma que Casamento reduz Pobreza

"Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho." Ec 4.9



Um relatório divulgado em 27 de maio pelo Instituto de Pesquisa de Religião e Casamento (IPRC) do Conselho de Pesquisa da Família revelou que o bem-estar econômico tem forte ligação com o casamento. O documento chamado "Casameto e Bem-Estar Econômico", mostra que casais comprometidos desfrutam de melhor situação econômica do que as pessoas em qualquer outra estrutura de família. A pesquisa foi feita nos Estados Unidos.

Os especialistas afirmam que os homens casados conseguem manter estabilidade no mercado de trabalho e ganham, em média, quase 30% a mais do que outros homens que não são casados. Por outros lado os laços matrimoniais acabam por influenciar as mulheres e crianças de forma positiva. As mulheres não tendem a desenvolver um comportamento destituído de valores morais e para as crianças existe mobilidade econômica mais forte do que para os adultos.

"Essa pesquisa documenta claramente o motivo por que o casamento é uma parte importante e fundamental da sociedade. Ter a segurança do casamento e educar crianças é vital pra se reduzir a dependência nos programas de assistência social do governo, que custam pelo menos 112 bilhões de dólares anualmente aos cidadãos que trabalham e pagam impostos nos EUA", salienta o Dr. Pat Fagan, diretor do IPRC.

O pesquisador observou que o custo do divórcio na sociedade é imenso e indicou uma solução: se o governo investisse  no fortalecimento da família em apenas 1%, a população teria uma economia aproximada de 1,1 bilhão de dólares por ano. "Mas o melhor jeito de se reduzir o tamanho desses programas de assistência social é a nível individual, com relacionamentos ligados a compromissos e que estejam undos por meior do matrimônio", exorta Fagan.

Artigo retirado do Mensageiro da Paz, das Assembléias de Deus de agosto 2011

sábado, 17 de julho de 2010

Os Gemidos do Mundo


O mundo está doente, o pecado o enfermou. Ele está sofrendo dores, está gemendo  e sua esperança não encontra sequer um alívio até que Jesus volte. O pecado entrou no mundo e atingiu não apenas o homem, mas, também a natureza. Em vez de cuidar da natureza, o homem passou a depredá-la. Em vez de ser mordomo da criação, o homem tornou-se seu algoz. A doença que assola o mundo é aguda e crônica. Ela aflige sempre, sem pausa nem trégua. O mundo está sucumbindo e se contorcendo, gemendo e gritando, fazendo soar sua voz de lamento. As catástrofes naturais não são caprichos da natureza; são sinais de alerta. O apóstolo Paulo é enfático em nos informar que "toda criação geme  e suporta angústias até agora" (Rm 8.22). Essa grandiosa sinfonia de gemidos não é vista como o estertor da morte da criação, mas como as dores de parto que levam à sua restauração. Duas verdades devem ser aqui apontadas:

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Enquanto Espera o Noivo - Efésios 5.25

[...]"...Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado pela lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula nem ruga nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito." Efésios 5.25b-27

Dois foram os motivos  pelos quais Cristo amou à igreja e se entregou por ela. Primeiro: para "a santificar". Segundo: para "a apresentar a si mesmo" igreja gloriosa, por estar comprometida com a glória de Deus; igreja santa, por estar comprometida com a santidade de Deus; igreja sem defeito - sem mancha e sem ruga - por estar comprometida com o poder transformador de Jesus.
A igreja que se encontrará com o noivo nas nuvens será uma igreja  adequada a Ele, sarada na sua alma; povo em cuja alma não permanece a mágoa, o ressentimento, a angústia, a ira, etc., mas, que cultiva o amor expresso através de palavras e atos que engrandecem a Deus e elevam ao irmão.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pastor, que homem é esse?



O pastor é um soldado em combate. Ele vive cercado de inimigos por todos os lados; inimigos gigantes.

Cercado por dentro: ele tem de lutar contra os próprios medos; os próprios pecados; as próprias fraquezas, desejos e angústias. Tem de lutar contra a solidão (a qual sua posição muitas vezes o leva). Tem de lutar contra a própria insensatez, impaciência e incompetência. Tem de lutar contra as necessidades materiais, conjugais e familiares.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Solução Radical

Esta é uma postagem do pastor Ubirajara Crespo em seu blog: Sob Nova Direção. Todo crente precisa ler e atentar para esta mensagem. Por isso a reproduzi aqui.


Mt 5.29: Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para o inferno.

Soluções radicais doem, mas curam. Relevar é mais fácil do que resolver dilemas morais. Justificativas anestesiam a consciência e fazem com que o delito pareça menos grave. A sensibilidade moral nos capacita a saber se escolhemos fazer o bem ou o mal. Justificativas, compensações e anestesias litúrgicas danificam a consciência e prejudicam o seu funcionamento, tornando-nos menos humanos.

Impossível evitar quedas, com tantos portais escancarados existentes em nossos corpos. Neles se multiplicam oportunidades para tropeços, quedas e laços. A visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar sensibilizados pelos instintos, nos tornam alvos expostos aos ataques de quem ruge ao nosso redor procurando nos devorar.

A soberba, o apetite sexual, a inveja, o egoísmo, o ressentimento, a ira e a ambição recebem combustível em forma de tentação. Somos altamente inflamáveis.
As trincheiras cavadas com material fornecido pela religiosidade institucional, provaram ser ineficazes. São apenas compensações e anestesias litúrgicas passageiras.

Para a boca que amaldiçoa, a animação da Gospel music. Para a mão que acusa, sugere que sejam levantadas. Lábios venenosos devem falar aleluias. Para os entristecidos, a unção do riso. Aos fracassados oferece o karaokês bem elaborados.

Sensações criadas por esta religiosidade emocional evaporam logo depois da primeira fechada recebida no caminho de casa. O seu tempo de garantia é curto, dura até acabar. Geralmente tudo acaba no amém final.

O que o texto de Mateus manda fazer com membros do nosso corpo que nos fazem pecar, é arrancar e jogar fora. Esta cirurgia não parece levar em conta o uso de nenhum tipo de anestesia, a menos que seja induzida por um gancho de direita no queixo. O mal tem de sair na marra. O importante não é aliviar a dor, mas eliminar a causa, que geralmente é o pecado.
O que vai determinar o tamanho da dor será o tamanho do problema que nós mesmos criamos.

Cá entre nós, o pecado é tão gostoso e envolvente, que deixá-lo mais parece uma amputação sem anestesia.

É como fechar a boca para os gordinhos, demolir o boteco do pinguço e tocar fogo nos Shoppings frequentados pelos consumistas.

Cruel!!! Muito Cruel!!!!
Nestas horas não tem lugar para TI! TI! TI! nem NHÉ! NHÉ! NHÉ!

Tentativas de libertação que não envolvam amputação produzem apenas uma cura exterior. Verniz em casca grossa não mata cupim. O mal está enraizado em camadas mais profundas do ser.

É preciso disposição para atitudes extremas, e passar pelos agonizantes momentos da crise de abstinência.

Quer uma palavra de incentivo? Pois então segura esta: Ou decepa a intriga enraizada na língua, a maldade do olhar, a mão boba ou então passa a eternidade fritando este cardápio em molho de verme e enxofre regado com choro e ranger de dentes.

Ubirajara Crespo

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Obaaa!!!!! Um filme...

"Nós compramos o ingresso, apanhamos a pipoca e entramos na sala de cinema.
As imagens brilham na tela mostrando mais de 24 quadros por segundo.
Essa seqüência hipnótica de imagens em movimento muitas vezes nos faz esquecer nossas convicções e nos divertirmos com o impossível.

Infelizmente, muitas vezes também esquecemos nossas crenças, sucumbindo às lições sutis de como nos comportar, pensar e até mesmo ver a realidade.
Acabamos nos dando conta de que estamos torcendo para que uma mulher consiga roubar o marido da sua própria irmã, que um ladrão consiga escapar da justiça ou que um assassino em série não seja condenado por seus crimes.
Achamos graça de um pastor atrapalhado e nos irritamos com a atitude de um evangelista intolerante que explora os outros. No final, acabamos absorvendo visões de mundo que afetam a nossa fé e a nossa imaginação.
Depois de algum tempo, questionamos como nossas crenças podem sobreviver a tamanho ataque.

Com a sensibilidade de um roteirista bem-sucedido e o sentimento de um cristão que gosta de refletir, Brian Godawa nos guia por um lugar de redenção dos filmes.
Mostra os truques que os roteiristas usam para comunicar a sua mensagem e ensina a disciplina mental e a espiritual necessárias para se assistir aos filmes.
Cinema e Fé Cristã nos ajuda a travar um diálogo com Hollywood que nos leva a um final mais feliz.
Exorta-nos a ficar atentos à nossa cultura e despertar a nossa fé."
http://www.ultimato.com.br/?pg=show_livros&util=1&registro=226


Recebi este texto por e-mail da minha amiga Leilla. Espero ler o livro na íntegra, em breve.


Está aí! Este é um tema que eu gostaria de ter escrito. Sempre sublinhei este fato, mas nunca parei para escrever sobre ele. É incrível como combatemos e temos horror à violência e a aceitamos tão bem quando se trata da telinha, seja do cinema ou da tv. Como somos capazes de torcer para uma mulher trair o marido e um bandido se dar bem. Como nossos ouvidos ouvem palavras que não fazem parte do nosso vocabulário e não reagimos a elas. Como rimos de piadas que escarnecem do pobre, do deficiente ou do menos favorecido em alguma área. Como ainda continuamos em frente as telas quando o nome do nosso Senhor e Deus está sendo profanado ou usado em vão... Como expomos a nossa mente a tanta imundície... O certo é que, ainda que não nos conformemos a este mundo, ainda que não entremos na forma do mundo totalmente, paramos de nos ofender com o pecado, de nos assustar com as aberrações e de nos maravilhar com a grandiosidade do poder de Deus nas pequenas coisas.

Uma certa vez ouvi um líder evangélico dizer que a única forma de limpar a nossa mente depois de nos expormos a tantos ataques do inimigo é: para cada hora de exposição às obras infrutíferas da carne ou às artimanhas do inimigo, treinar nossa mente 3 horas na exposição da Palavra de Deus.

Ainda não li o livro citado acima, mas eu diria que boas conversações, louvores, leitura da Palavra, oração e edificação uns dos outros, é um bom remédio, para não perdermos a sensibilidade, a fineza, a justeza do nosso ouvido para ouvir a voz do Espírito Santo nos conduzindo à toda verdade. Para não perder a conexão com o nosso Senhor e Salvador, para não nos desviarmos do nobre padrão em que devem viver os príncipes do Senhor, os súditos do Rei dos Reis.

Que possamos andar como nobres, como dignos do nosso Salvador e Senhor Jesus.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Síndrome da Caverna


Minha amiga Leilla gentilmente mandou este texto para mim. O autor faz uma análise do comportamento de Elias depois de ter sido protagonista de uma manifestação fabulosa do poder de Deus. Ele traça um paralelo entre a situação vivida por Elias e a situação de muitos líderes cristãos paralisados por feridas, frustrações, decepções vividas no decorrer do seu ministério.




A SÍNDROME DA CAVERNA

Abe Huber



Numa mensagem inesquecível, pregada entre nós no dia 26 de Junho, o irmão Abe Huber, de Santarém, Pará, deixou-nos uma importante palavra sobre os motivos que levam alguns homens de Deus a ficarem presos em si mesmos. Detectou, basicamente, duas síndromes (ou doenças espirituais): a síndrome de poder, que afetou terrivelmente o grande herói Sansão, que caiu pelo orgulho, e a síndrome da caverna, que afetou o profeta Elias, cujo problema era a timidez. Para ambas as síndromes há soluções eficazes vindas da graça de Deus. Por falta de espaço trataremos aqui desta segunda síndrome (matéria extraída da revista MDA, de Setembro 2004, publicada pela igreja em Santarém).


O contexto da síndrome da caverna


Elias, de um modo geral, foi um homem muito sadio. Mas houve uma época em sua vida em que ele contraiu uma doença.
Graças a Deus ele veio a ficar curado. O contexto aqui envolvido começa no capítulo 18 de 1 Reis. Houve uma enorme seca, três anos e meio sem nenhuma chuva e nenhum orvalho. Depois disto Elias desafiou todos os profetas de Baal. E no desafio do monte Carmelo Elias matou todos os falsos profetas.
Depois da oração de Elias no monte, a chuva veio. Contudo, quando alguém é muito usado por Deus, o diabo não se conforma com isto e contra-ataca. Em 1 Reis 19.1,2, o rei Acabe conta para a rainha Jezabel tudo quando Elias havia feito, e esta promete dar fim à vida de Elias tal como ele fizera a seus profetas. Elias talvez esperasse arrependimento da parte de Acabe e Jezabel. Talvez esperasse honras e reconhecimento no palácio real. Talvez esperasse a restauração da teocracia, que é o governo de Deus. Contudo nada disto aconteceu.

Alguém já disse que mordida de ovelha dói mais que mordida de lobo. Quando o lobo mau (o próprio diabo) lhe morde, você sabe que é o diabo, mas quando é uma ovelha por quem você deu a vida, e você fica sabendo que ela o está apunhalando pelas costas...

Alguém disse corretamente que o bom pastor dá a vida pelas ovelhas mesmo quando elas o mordem. Mas tem uma coisa que dói mais ainda do que a mordida de uma ovelha: é a mordida de outro pastor!
A mordida de outro pastor dói muito, especialmente se ele é um co-pastor, um pastor auxiliar, um pastor a quem você ama muito, respeita, ou um pastor em quem você investiu para se tornar um grande líder, talvez até mesmo seu sucessor.


Sintomas da síndrome da caverna

• Prostração: Mesmo tão usado por Deus, quando aquela mulher proferiu as ameaças, Elias se desmontou. Foi uma reação carnal da parte dele. “Temendo, pois, Elias, levantou-se e para salvar sua vida se foi e chegou a Berseba, que pertence a Judá, e ali deixou o seu moço. Ele mesmo, porém, se foi ao deserto, caminho de um dia, e veio,, e se assentou debaixo de um zimbro e pediu para si a morte e disse: Basta, toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais” (1 Reis 19.3,4). Sua reação era como quem diz: “eu não presto pra nada mesmo”.


• Medo e condenação: Apesar de não ter cometido nenhum pecado horrível, Elias começou a se sentir muito condenado. Pessoas que sofrem da síndrome da caverna têm esse problema. Pode ser algum grande trauma ministerial, uma grande decepção. Conseqüentemente, ele se sente inadequado, incapaz, impróprio para a função. Mesmo depois de Deus ter falado com ele e o alimentado, e depois de ter caminhado firme por quarenta dias, Elias foi “se prostrar” dentro de uma caverna, no monte Horebe.


• Baixa auto-estima e senso de derrota: Depois da ameaça, Elias fugiu, por isso sentiu-se pior ainda, um covarde. Pior do que Jezabel fez, foi o fato dele mesmo perceber a sua carnalidade. Daí veio a lamentação: “Eu não sou nada! Eu não sou melhor do que meus pais. É melhor que eu morra!”. O diabo usa este expediente com muita gente. Quando o sujeito está bem encolhido dentro da sua caverna, ele começa a dizer: “É, você não é nada mesmo. Você nunca vai ser muito usado por Deus. Você estava pensando que era alguma coisa, falando que sua igreja ia crescer, querendo alugar um prédio grande. Quem você acha que é? Volte para o seu cantinho...” Foi o que Elias tentou fazer.


• Auto-justificação e auto-comiseração: O sujeito pode começar a sentir-se o único justo incompreendido. Junto com isto, ele começa a sentir pena de si mesmo, o bom menino ignorado e desvalorizado. Aí ele tenta provar o seu valor. Os versículos 9 e 10 dizem o seguinte: “Ali entrou numa caverna, onde passou a noite; e eis que lhe veio a palavra do Senhor, e lhe disse: Que fazes aqui, Elias? Ele respondeu: Tenho sido zeloso pelo Senhor, Deus dos exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e procuram tirar-me a vida”. O erro dos outros e a nossa justiça, aparentemente sem reconhecimento e sem recompensa, não podem ser uma desculpa para que nos isolemos em nossa caverna. É como se estivéssemos dizendo para Deus: “Olha, Senhor, eu tenho feito tudo certo. Os outros estão todos errados. O Brasil está cheio de pastores adúlteros. Eu vou ficar aqui no meu cantinho, só fazendo a minha parte. Não vou sair da minha caverninha”. Mesmo que fosse assim, Deus precisaria muito da sua integridade.


• Relutância: Mesmo quando Deus fala, chama o indivíduo para fora de sua falsa zona de conforto, ele ainda dá passos titubeantes em direção a Deus, ao seu chamado, à sua cura. O versículo 13 diz que Elias se colocou à entrada da caverna. Como se estivesse numa direção segura para correr de volta a sua toca, como fazem os coelhos e outros roedores semelhantes. Deus não quer Elias, nem nós, no fundo ou na entrada da caverna. Ele nos quer fora, correndo riscos, mas enfrentando-os com coragem e determinação. Se você está andando em santidade e agradando a Deus, pouco importa o que os outros vão falar.



PASSOS ENVOLVIDOS NA CURA DA SÍNDROME DA CAVERNA


• Levantar-se: No primeiro momento, Elias estava prostrado debaixo do zimbro. Depois foi prostrar-se no fundo da caverna. Na primeira vez Deus disse: “Levanta-te e come” (v.6). Na segunda vez Deus perguntou: “Que fazes aqui, Elias?” (v.9). É o mesmo que dizer: Meu filho, você já tem idade e experiência suficientes para não precisar fazer mais este joguinho... Quando Deus mandou que Elias saísse da caverna e se colocasse naquele monte perante o Senhor (v. 11), a idéia era a de que ele deveria ficar “em pé” fora da caverna. Muitas vezes, na Bíblia, Deus manda que os homens fiquem de pé para que Ele lhes fale. O mesmo vale para nós. Não importa o que tenha acontecido, devemos nos equilibrar e ficar firmes diante do Senhor.


• Coragem e senso de perdão: Não fique sequer perto da caverna. Tenha coragem, seja destemido. Saia da sua zona de conforto. Fuja da caverna e comece a fazer grandes coisas para o reino de Deus. Romanos 8.1 diz que nenhuma condenação pode se abater sobre aqueles que estão em Cristo Jesus. Logo, não será nenhuma Jezabel que vai intimidar os profetas do Senhor. Você pode contar com esta justificação divina, com a garantia da presença do Espírito Santo.


• Afirmação e auto-imagem conforme a ótica de Deus: Elias não tinha noção do valor e da importância que o seu ministério tinha para todo o Israel e Judá, e até mesmo para as gerações futuras. Elias tinha muito trabalho e muita história pela frente. Deveria ungir dois reis, um na Síria (v.15) e outro em Israel (v. 16). Deveria também ungir e treinar um profeta para lhe suceder (v. 16): Eliseu. Elias deveria saber que ele não estava só; havia sete mil outros justos na terra (v.18), os quais poderiam servir como consolo e companhia para o profeta solitário. Ele nem imaginava que receberia várias menções honrosas na galeria dos heróis da fé de Hebreus 11, assim como elogios diretos na carta de Tiago (Tg 5.17,18). Elias foi o modelo, o protótipo de ministério no qual o próprio Deus espelhou o ministério de João Batista, preparando o caminho para a atuação do Messias aqui na terra. Mas a maior honra de todas aconteceu por ocasião da transfiguração de Jesus, no monte, quando Elias foi escolhido para representar todos os profetas do Antigo Testamento, juntamente com Moisés (Mt 17.3). Que grande privilégio poder retornar para um encontro memorável com o Desejado de todas as nações e de todos os tempos! Valeu a pena sair da caverna!


• Ousadia e destemor: Comece a ser usado poderosamente. Se você está andando em santidade, debaixo de cobertura, e se está tudo bem com Deus e sua família, o que você está fazendo perto de uma caverna? Deus quer os Seus Elias fora da caverna. Deus os quer matando os profetas de Baal. Deus precisa deles para trazer chuva em abundância, para trazer o fogo sobre o altar. Os Elias de Deus não podem ficar escondidos na caverna nem oscilantes na entrada.


O pastor David Yonggi Cho, líder da maior igreja do mundo, em Seul, na Coréia do Sul, disse que quando lhe perguntaram pelos seus dons, ele diz não saber quais, pois são todos do Espírito Santo. Ele responde que tem o Espírito Santo. Mas ele acha que se tiver um dom, este é o dom da coragem. E nós?



CONCLUSÕES


Oséias 4.6 diz: “O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento”. Existe uma grande anomalia no corpo de Cristo hoje: líderes que não deveriam ter coragem estão tendo coragem, metendo a cara e fazendo “grandes” coisas. Por outro lado, os líderes que deveriam ter coragem, os líderes cheios de integridade, santidade e temor de Deus, dos quais o Brasil tanto precisa, estão muitas vezes se escondendo na caverna. Os “sansões” que não se arrependem, infelizmente, vão ter que voltar para Gaza, mas os “Elias” vão sair das cavernas em nome de Jesus. Devemos deixar toda a caverna para trás e cuidar muito bem da motivação do nosso coração para não sermos acometidos da “síndrome de Sansão”. Para tanto, deveremos andar debaixo de cobertura espiritual, sendo transparentes e bem acompanhados. “Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2 Tm 1.7).


“Fogem os perversos sem que ninguém os persiga, mas o justo é intrépido com o leão” (Pv 28.1). Viajando pelo Brasil eu encontro muitos pastores santos, consagrados, íntegros. No entanto, muitos deles estão se escondendo em cavernas. Seu potencial pleno não está sendo aproveitado, porque são tímidos, prostrados, relutantes. Para estes Deus está falando: “Sai da caverna”.


Eu creio piamente que as maiores igrejas ainda serão edificadas no Brasil. Os maiores grupos apostólicos ainda vão se levantar no Brasil. As maiores igrejas com cem mil, duzentos mil membros serão vistas se levantando no Brasil para a glória de Jesus!


Melvin Abraham (Abe) Huber


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Minha Mãe




Estou trazendo um texto de R. G. Lintner para homenagear todas as mães. Principalmente a minha, mulher virtuosa, valorosa, valente e vencedora. Assim é minha mãe, mais preciosa do que rubis ou qualquer outra jóia valiosa. Em sua sabedoria me ensinou a amar a Deus e obedecê-lO e conduziu-me a Cristo e seu precioso amor. Encheu minha vida de esperança na salvação e promessa do Senhor.



MINHA MÃE

Você foi aquela cujo coração pulsou de amor por mim em primeiro lugar. Você foi quem me apresentou a melhor companhia, o melhor riso, o canto ao adormecer e o amor. Você dirigiu os meus primeiros passos. Ajudava-me a levantar quando caía e me encorajou a pisar firme neste mundo de volubilidade e inclinações más.

Você me enxugou as lágrimas, beijou o lugar onde sentia dor, acalmou-me nas horas de temor, e confortou-me em todas as minhas tristezas. Você me ensinou a cantar e a sorrir e a conhecer a bondade quando a via praticada.

Você me ensinou a ver tudo quando de belo me rodeia - no beijo do orvalho, na rosa, no céu estrelado e na gloriosa sinfonia do entardecer.

Você me ensinou a ver o arco-íris que temporariamente vem residir em nossas lágrimas. Você me ensinou a ver as estrelas que brilham unicamente quando as noites da vida nos surpreendem...

Você me ensinou a andar sem temer pelo caminho silencioso, onde só se ouve a voz do espírito... Você me ensinou a ver quão sublime é o resplendor da fé que repousa na religião verdadeira... e era ainda pequenina quando você me mostrou a sublimidade de um rosto voltado para Deus...
... Você me ensinou a orar e me inspirou de tal modo que pude elevar o meu olhar, tirando-o da terra e erguendo-o até ao céu.

Você me dotou de tal modo que jamais poderei retribuir-lhe, a não ser que eu também consiga acender luzinhas poderosas nos espíritos em trevas devido a desilusões e as derrotas e a ajudar os necessitados e aflitos e os que vivem em solidão, partilhando desta bondade que você me concedeu.


VOCÊ É MINHA MÃE!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Exercite a Paciência


"Para cada minuto que você permanece irado, você perde sessenta segundos de felicidade". Ralph Waldo Emerson


"Atitudes tomadas sob o impacto da ira são extremamente ineficientes. Tudo que é feito com ira com toda certeza se transformará em dor e pesar. A maioria das atitudes tomadas em momentos de ira são cegas e irracionais. Quando você permite que a ira domine suas ações, você se coloca em grande desvantagem.

A melhor coisa a fazer quando invadido pela ira é esperar. Conte até 10. Conte até 100. Pense. Fale com alguém. Deixe passar a ira momentânea antes de dar o próximo passo. Certamente que a ira produz energia, mas quase sempre é uma energia inconseqüente e descontrolada, que tem um potencial muito forte de ferir qualquer pessoa nas imediações, inclusive a própria pessoa afetada pela ira.

Tudo o que é feito com ira provoca feridas. Dê um tempo. A energia não irá embora, pelo contrário, ela pode se tornar mais focada e muito mais produtiva. " A ira é péssima conselheira. A Bíblia diz que quando a ira acontece temos que cuidar para não pecarmos. (Efésios 4:26)- "Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. " Outro fato que este versículo enfoca é o tempo. Não alimente sua ira. Não permita que o seu coração fique amargurado por causa da ira guardada por muito tempo. Resolva a causa da sua ira. Exercite o perdão, a tolerância, a benevolência, a bondade, a alegria, a paciência, porque estas atitudes são fruto do Espírito, contra elas não há lei e todos os que as praticam são mais que vencedores.
Autor: Anônimo
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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Objetivo Missionário



A Glória de Deus como Grande Objetivo Missionário
(Antônia Leonora Van der Meer)

A glória de Deus é o objeto da esperança religiosa, o conteúdo da revelação universal vindoura. Isaías é o profeta da glória que virá. Esta glória está no contexto da disseminação universal da graça de Deus. Para Isaías a salvação futura das nações e a honra de Israel são aspectos indispensáveis da glória de Deus. O Filho do homem glorificado (12.23) transmite a vida no Espírito a todas as nações. Está a raiar o dia em que o Espírito será enviado para colher a Igreja universal através dos embaixadores proclamadores do Evangelho.
Em 2 Coríntios 3, Paulo fala do ministério da Antiga e da Nova Aliança. contrastando com sua glória. Paulo mostra a superioridade do Novo Testamento em relação ao Velho Testamento e a conexão íntima entre glória, Espírito e a Igreja proclamadora. A Glória de Deus era uma revelação do ser divino, e isto se aplica de maneira mais ampla ao ministério do Espírito. Em que consiste essa glória? Não numa luz radiante e visível, mas na glória imaterial do Evangelho. A ousadia da proclamação dos embaixadores de Cristo em contraste com a glória que Moisés escondia dos filhos de Israel (2 Co 3.12-13). É a manifestação da verdade, à luz do Evangelho da glória de Cristo brilhando sobre todos os homens (4 .1-6). A glória de Cristo é manifesta através da vida do Espírito no corpo de Cristo, a Igreja, e é resultado do seu testemunho do Senhor crucificado e ressurreto. A unidade da Igreja não consiste na habitação passiva do Espírito, mas na proclamação do Evangelho e na vida cristã que flui do mesmo. A unidade e a vida de Igreja testemunham a glória de Cristo...
...Assim, a glória de Deus é manifesta na sua graça salvadora que alcança ao homem perdido, sem limites geográficos, nem temporais, nem de mérito. A glória de Deus é expressa na vida nova da Igreja, salva pela sua graça imerecida, e na proclamação do Evangelho, que ilumina os que estão nas trevas (há uma conexão profunda entre glória e luz). A Igreja, a nova humanidade redimida, também renderá a Deus, a glória devida ao seu nome.
O cristão agradecido pela graça imerecida que recebeu, movido pelo poder do Espírito Santo, preocupa-se com a glória de Deus que está sendo negada pelos homens perdidos, e preocupa-se com os homens que perecem porque carecem da glória de Deus.
A glória de Deus é a grande motivação missionária, que nos faz voltar para Deus, que merece a dedicação e obediência incondicional do homem salvo, mobilizando-nos para o próximo que necessita do brilho e do calor dessa glória, e da vida transbordante que ela produz. Sabendo ainda que o propósito de Deus é alcançar toda tribo, língua, povo e nação. Jamais poderemos nos contentar ou acomodar enquanto não chegarmos a essa proclamação ampla, profunda e clara a todos os homens de todas as gerações.
O texto completo pode ser lido na Revista Capacitando para Missões Transculturais, volume 1 nº1, pág. 55


Anônimo neide disse...
gostei muito do seu blog um abraço
27 de Novembro de 2008 13:08
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Blogger Nesia Pires disse...
Deus te abençoe muito....não me deixe sozinha nessa não..preciso de vc!
beijos
1 de Dezembro de 2008 12:14
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Blogger Cristina disse...
Adorei o seu Blog.
Deus abençoe muito a sua vida.
Bjos♥
15 de Janeiro de 2009 09:25
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