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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Nas asas da Liberdade



Nas asas da liberdade podemos alçar vôos que nos levam rumo ao desconhecido.


A liberdade tão desejada leva-nos ao peso das decisões.


Para onde ir?
Com quem ir?
O que fazer?
Por que?
O que é melhor?
Vai agradar?
Qual é o limite?
Onde vai dar?
O que é certo?



Todos aspiramos a liberdade, mas fugimos da responsabilidade das decisões. Muitas vezes preferimos que decidam por nós.

Liberdade sem restrições é sinônimo de solidão. É impossível ser totalmente livre nos relacionamentos.

Ser livre, na verdade, é ter a liberdade de nos submetermos voluntariamente a quem amamos.

Só é realmente livre aquele que se submete a vontade de Deus como o que há de melhor para sua vida e por amor, principalmente a Deus, se submete aos outros.

Você é livre?



Cleuza

sábado, 19 de dezembro de 2009

Águas que curam



Às vezes, fico meditando sobre a essência da vida . A água é essencial para que até os vermes possam sobreviver. A água potável então, é uma preciosidade. Uma pessoa pode morrer de sede cercada de água por todos os lados.

Imagine que num planeta "água" onde apenas 1/4 é composto de terra, os homens estão preocupados prevendo que haverá falta de água. Só a água potável sacia nossa sede.

Nossa Canaã possui um rio de águas cristalinas. No livro de Apocalipse há uma promessa de que na nossa Canaã prometida, não haverá mar. Isto significa que só haverá água potável.

Nossa alma também tem sede e sede de água viva. Aquela água que brota borbulhante da fonte. Para saciar a sede da nossa alma, só aquele rio que corre do Trono de Deus. "Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus" Este rio é tão milagroso que sara as águas até do mar morto. Ezequiel quando teve esta visão, entrou no rio e enquanto se aprofundava em suas águas ele via as paisagens das margens serem modificadas, porque este rio sara as águas do mar e muda toda a circunstância à nossa volta. Ele faz reverdecer toda a natureza. É um rio de vida que vai inundar toda a terra com o conhecimento da glória de Deus.

As águas deste rio estão à disposição de todo aquele que tem sua alma sedenta de Deus. O profeta Isaías profetiza:(Isaías 55:1) - " Ó VÓS, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite." É de graça. O preço já foi pago.

Há dois mil anos Jesus convida:(João 7:37)- "E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. "

A esperança do crente é ver raiar o dia em que só as águas deste rio regrarão a terra. Dia em que todo joelho irá se dobrar e toda a língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Nesse dia, ninguém aguardará nenhum bem que não venha do nosso Deus. Nenhum bom velhinho roubará a cena do protagonista e Senhor da história. Nossas crianças esperarão confiantes em nosso Senhor e Deus.




sábado, 12 de dezembro de 2009

A Pescaria Inesquecível


Recebi esta mensagem por e-mail e achei que vale a pena repassar, porque é um prazer repassar o que é bom.

Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.” (Provérbios 22:6 AA)
Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite… Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho!
- Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações a vista. Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável! Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura. O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há mais de 30 anos… Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais. Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o imenso peixe toda as vezes que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando. Esta conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.
A boa educação é como uma moeda de ouro. TEM VALOR EM TODA PARTE!
- Extraído de "Histórias para Aquecer o Coração dos Pais", Jack Canfield e Mark Victor Hansen, Editora Sextante.
“Senhor, ajuda-me a ser exemplo para meus filhos e para esta geração que está aí sem referenciais de integridade.”