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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Objetivo Missionário



A Glória de Deus como Grande Objetivo Missionário
(Antônia Leonora Van der Meer)

A glória de Deus é o objeto da esperança religiosa, o conteúdo da revelação universal vindoura. Isaías é o profeta da glória que virá. Esta glória está no contexto da disseminação universal da graça de Deus. Para Isaías a salvação futura das nações e a honra de Israel são aspectos indispensáveis da glória de Deus. O Filho do homem glorificado (12.23) transmite a vida no Espírito a todas as nações. Está a raiar o dia em que o Espírito será enviado para colher a Igreja universal através dos embaixadores proclamadores do Evangelho.
Em 2 Coríntios 3, Paulo fala do ministério da Antiga e da Nova Aliança. contrastando com sua glória. Paulo mostra a superioridade do Novo Testamento em relação ao Velho Testamento e a conexão íntima entre glória, Espírito e a Igreja proclamadora. A Glória de Deus era uma revelação do ser divino, e isto se aplica de maneira mais ampla ao ministério do Espírito. Em que consiste essa glória? Não numa luz radiante e visível, mas na glória imaterial do Evangelho. A ousadia da proclamação dos embaixadores de Cristo em contraste com a glória que Moisés escondia dos filhos de Israel (2 Co 3.12-13). É a manifestação da verdade, à luz do Evangelho da glória de Cristo brilhando sobre todos os homens (4 .1-6). A glória de Cristo é manifesta através da vida do Espírito no corpo de Cristo, a Igreja, e é resultado do seu testemunho do Senhor crucificado e ressurreto. A unidade da Igreja não consiste na habitação passiva do Espírito, mas na proclamação do Evangelho e na vida cristã que flui do mesmo. A unidade e a vida de Igreja testemunham a glória de Cristo...
...Assim, a glória de Deus é manifesta na sua graça salvadora que alcança ao homem perdido, sem limites geográficos, nem temporais, nem de mérito. A glória de Deus é expressa na vida nova da Igreja, salva pela sua graça imerecida, e na proclamação do Evangelho, que ilumina os que estão nas trevas (há uma conexão profunda entre glória e luz). A Igreja, a nova humanidade redimida, também renderá a Deus, a glória devida ao seu nome.
O cristão agradecido pela graça imerecida que recebeu, movido pelo poder do Espírito Santo, preocupa-se com a glória de Deus que está sendo negada pelos homens perdidos, e preocupa-se com os homens que perecem porque carecem da glória de Deus.
A glória de Deus é a grande motivação missionária, que nos faz voltar para Deus, que merece a dedicação e obediência incondicional do homem salvo, mobilizando-nos para o próximo que necessita do brilho e do calor dessa glória, e da vida transbordante que ela produz. Sabendo ainda que o propósito de Deus é alcançar toda tribo, língua, povo e nação. Jamais poderemos nos contentar ou acomodar enquanto não chegarmos a essa proclamação ampla, profunda e clara a todos os homens de todas as gerações.
O texto completo pode ser lido na Revista Capacitando para Missões Transculturais, volume 1 nº1, pág. 55


Anônimo neide disse...
gostei muito do seu blog um abraço
27 de Novembro de 2008 13:08
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Blogger Nesia Pires disse...
Deus te abençoe muito....não me deixe sozinha nessa não..preciso de vc!
beijos
1 de Dezembro de 2008 12:14
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Blogger Cristina disse...
Adorei o seu Blog.
Deus abençoe muito a sua vida.
Bjos♥
15 de Janeiro de 2009 09:25
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Quando a Fraqueza é Poder

"Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, as desprezadas, e aquelas que não são para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém de vanglorie na presença de Deus"1 Co 1.26-29

A sede de sucesso, de prosperidade e de poder pode ser uma armadilha. Tanto o sucesso quanto a prosperidade e o poder são dádivas de Deus, mas todas as vezes que o homem almeja poder sem a dependência do Senhor, este desejo afronta a soberania e a autoridade dEle. Todo poder emana de Deus.


Há pessoas que fazem qualquer coisa para estar no poder. Mentem, enganam, fazem aliança com o inimigo, subjugam seu semelhante, tudo é válido desde que estejam no domínio ou que alcancem a desejada "prosperidade".


A nossa queda se deve ao fato de querermos poder independente de Deus. O argumento do inimigo que convenceu Eva foi a possibilidade de ela vir a ser como Deus, a despeito da ação dEle.


O caminho inverso é nossa total submissão ao Senhor. É um espírito quebrantado diante dEle. É espírito de mansidão ao enfrentar as dificuldades do nosso dia-a-dia.
A mansidão é uma virtude que precisa ser aprendida. Jesus, em Mateus, 28 e 29, convida-nos a aprender com Ele - O Mestre dos Mestres - a ser manso e humilde de coração.


Nas bem-aventuranças ele diz que "Bem-aventurados os mansos porque eles herdarão a terra".

Se quisermos encontrar o caminho para o coração de Deus, precisamos aprender a nos humilhar.


Porque é na nossa fraqueza que o poder do Senhor ser aperfeiçoa em nós. Aí podemos falar como o Apóstolo Paulo: "Quando estou fraco é que sou forte".


A Bíblia descreve Moisés como um homem manso: "Era varão mui manso, mais do que todos os homens sobre a terra." Nm 12.3
Moisés foi educado como um príncipe, em toda a sabedoria do Egito. Ele tinha um presente muito bom e um futuro garantido. Mas abriu mão de todas estas regalias porque acreditou nas promessas de Deus para seu povo.


Ele figura na galeria dos Heróis da Fé, no livro aos Hebreus, como um vencedor, por ter trocado o poder e a prosperidade do Egito pela árdua tarefa de conduzir o povo no deserto, sem coroa, sem cetro e sem majestade; sem conforto e sem honrarias, porque creu na promessa de Deus. A ele foram dedicados 7 versículos na galeria dos Heróis da Fé, porque perseverou em Deus.


Moisés contemplou grandes milagres. Viu a sarça arder, contemplou o agir de Deus, quando enviou as dez pragas sobre o Egito, provou do amor e poder de Deus quando o anjo da morte passou e matou os primogênitos do Egito, mas poupou os filhos dos Hebreus porque tinham o Sangue do Cordeiro sobre os umbrais de suas portas, viu o Mar Vermelho se abrir e passou a pés enxutos juntamente com seu povo, e viu submergir o inimigo no mesmo caminho, fez sair água da rocha, transformou água amarga em água doce, provou do maná do céu enviado por Deus; viu a glória de Deus passar, mas, Moisés não se saciava de Deus, continuava ansioso por mais e mais do Senhor. Todo o poder que Deus deu a ele não o fez poderoso diante de Deus.


Vale a pena esperar no Senhor. Vale a pena trocar as regalias do Egito pela travessia do deserto, do outro lado está Canaã. Só podemos alcançá-la se as dificuldades, as adversidades e as tentações, não nos fizerem perder de vista a promessa.


Os olhos do Senhor estão sobre os mansos da terra. Só temos poder NEle. "Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém." (Romanos 11:36)


O profeta Joel, profetiza dizendo: "Diga o fraco - eu sou forte". A fraqueza é poder quando a nossa fortaleza é o Senhor.
jesusamadodaminhalma7@hotmail.com disse...

É permitindo que Deus manifeste o Seu poder em nossas fraquezas que nós temos de pregar a tempo e fora de tempo, pois quem não ajunta, espalha.Foi por essa razão que nasceu o blog.

Estou retribuindo a visita. Gostei muito desse espaço e o visitarei sempre que puder.

O Senhor te cubra de graça para proclamar o seu nome. Se puder divulgar o blog no seu espaço eu agradeço e o Pai te recompense.
http://mariaassuncao.wordpress.com/

15 de Janeiro de 2009 08:11

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Missões pelo Louvor











A Supremacia de Deus em Missões pelo Louvor

Jonh Piper

Missões não é o alvo final da igreja. Louvor é. Missões existem porque louvor não existe. O louvor é o auge, não missões, porque Deus é o auge, não o homem. Quando esta era terminar, e os milhões incontáveis dos redimidos se prostrarem diante do trono de Deus, missões terá terminado. É uma necessidade temporária. Mas, o louvor permanece para sempre.

O louvor, portanto, é o combustível e o alvo de missões. É o alvo de missões porque em missões simplesmente tentamos trazer as nações para dentro do gozo supremo da glória de Deus. O alvo de missões é a alegria dos povos diante da grandeza de Deus. "Reina o Senhor. Regozije-se a terra, alegrem-se as muitas ilhas" (Sl 97.1).
Mas o louvor é também o combustível de missões. Paixão por Deus no louvor precede a pregação oferecendo Deus aos outros. Não é possível recomendar aquilo que não é valorizado.

Se a busca da glória de Deus não for ordenada acima da busca do bem do homem nas suas afeições de coração e das prioridades da igreja, o homem não estará bem servido e Deus não receberá a honra devida.

Onde há paixão fraca por Deus, o zelo para missões também estará fraco. Igrejas que não estão centradas na exaltação da majestade e beleza de Deus tampouco poderão acender um desejo fervoroso de "declarar a sua glória entre as nações" (Sl 96.3).
Não haverá uma grande visão do mundo se não houver uma grande visão de Deus.