(I João 4:7-9) - "Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos."
(I João 4:20-21) - "Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão. "
Creio que o trote universitário foi criado para introduzir os calouros no novo ambiente. Para quebrar o gelo.
Creio que era uma forma carinhosa de deixar os novos integrantes da universidade, bem à vontade. Essa recepção calorosa devia encher de orgulho e prazer o coração do calouro. Mas com o passar do tempo, a brincadeira inocente e afetiva tomou uma nova dimensão. Em diversos lugares e momentos a recepção passou a ser desagradável, humilhante e perversa.
Creio que era uma forma carinhosa de deixar os novos integrantes da universidade, bem à vontade. Essa recepção calorosa devia encher de orgulho e prazer o coração do calouro. Mas com o passar do tempo, a brincadeira inocente e afetiva tomou uma nova dimensão. Em diversos lugares e momentos a recepção passou a ser desagradável, humilhante e perversa.
Ano após anos, ouvimos o noticiário notificar os horrores dos trotes universitários. Apesar de todas as medidas tomadas para inibir estes trotes violentos, eles continuam se repetindo em nosso país. Todos repudiam as cenas de escárnio e violência, mas nenhuma medida se revelou eficaz.
Alunos que conquistaram o direito de concretizar o sonho de um curso universitário, de repente vêem-se tratados como espúrias da sociedade.
Os pais que investiram tempo e dinheiro para que seus filhos pudessem ingressar na vida acadêmica, lamentam e choram ao ver seus filhos, educados com respeito e amor, serem humilhados publicamente.
Alguns filhos nem podem voltar para casa. Vão diretamente para o hospital para tratar as feridas.
Alunos que conquistaram o direito de concretizar o sonho de um curso universitário, de repente vêem-se tratados como espúrias da sociedade.
Os pais que investiram tempo e dinheiro para que seus filhos pudessem ingressar na vida acadêmica, lamentam e choram ao ver seus filhos, educados com respeito e amor, serem humilhados publicamente.
Alguns filhos nem podem voltar para casa. Vão diretamente para o hospital para tratar as feridas.
Entretanto, o que mais me impressiona é que os trotes não são aplicados por marginais ou bandidos violentos; são aplicados por outros filhos queridos, educados com respeito e amor, que já experimentaram a dolorosa recepção universitária. São aplicados por futuros profissionais que vão assumir cargos de liderança e influenciar os rumos da nossa sociedade.
Quero lançar um olhar cristão para esta situação desagradável. Esta atitude dos veteranos universitários denotam falta de Deus em suas vidas. Somente homens carentes da graça de Deus e distantes de Jesus Cristo podem cometer tal perversidade gratuita contra seu semelhante.
A ABU faz um trabalho louvável entre os universitários. Precisamos que outras frentes se levantem dentro de nossas igrejas para ocupar espaços na universidade, levando uma palavra de restauração e vida.
Violência se combate com amor e amor de Deus. Humilhação se combate com honra. Nossos jovens necessitam aprender a ter finesse em suas atitudes. Mas, sobretudo, precisam do poder transformador de Jesus Cristo.

Ministerio feminno disse...
Miss. Claudia. Ola amada , a paz. Estou aqui para apreciar o seu blog e agradecer pela visita ao meu.Deus te abencoe mais e mais.
Violência se combate com amor e amor de Deus. Humilhação se combate com honra. Nossos jovens necessitam aprender a ter finesse em suas atitudes. Mas, sobretudo, precisam do poder transformador de Jesus Cristo.

Ministerio feminno disse...
Miss. Claudia. Ola amada , a paz. Estou aqui para apreciar o seu blog e agradecer pela visita ao meu.Deus te abencoe mais e mais.


